BNDES quer maior transparência com criptomoeda própria

Uma das principais características do Blockchain é a transparência dos dados. Nas redes públicas, como a do Bitcoin e do Ethereum, onde o Niobium está baseado, a identidade é preservada, mas é possível acompanhar quanto foi comprado, quando e os códigos (ID) de quem participou da transação.

Nas redes privadas, é possível dar “nome aos bois”. Nesse caso, o Blockchain pode ser uma ferramenta interessante no combate à corrupção.

No Brasil, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou que terá sua própria moeda virtual. O objetivo, no caso, não é lucrar com o token, mas sim acompanhar com lupa tanto quem recebem como quem pagou. E a quantia, claro.

No Brasil, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou que terá sua própria moeda virtual. O objetivo, no caso, não é lucrar com o token, mas sim acompanhar com lupa tanto quem recebem como quem pagou. E a quantia, claro.

O primeiro cliente do banco a receber as criptomoedas será o Fundo da Amazônia, que gere um patrimônio de US$ 1,2 bilhão, com verbas tanto do Brasil como do exterior.

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