Startup quer dar maior transparência ao mundo cripto

Cada vez mais o mercado de ativos virtuais vai ganhando produtos e serviços parecidos com o do mercado de capitais tradicional. Um exemplo é o da Messari, startup americana cujo objetivo é monitorar o setor, ajudando o público a distinguir as moedas sérias daquelas que são, digamos assim, duvidosas.

Esse tipo de tarefa é semelhante ao da SEC, nos Estados Unidos, e também ao da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), no Brasil.

Ryan Selkis, um dos fundadores da startup, disse que a ideia é criar um banco de dados com informações de todos os tipos de ativos virtuais, incluindo moedas. Ele acredita que, com maior transparência, as criptomoedas terão também maior legitimidade. “Não existe um padrão para os white papers, por exemplo, sobre que tipo de informação deve estar contida ali”, comentou Selkis.

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